Calelo.com.br

Um site para pessoas

Recomeçar

Depois de um hiato de alguns meses, o blog Calelo.com.br está de volta. Por culpa minha os primeiros posts infelizmente se perderam no limbo para sempre (até o momento)…
Consideremos a primeira fase do blog como um episódio piloto. Uma pena que somente algumas pessoas terão visto os primórdios desse weblog. Mas o que aconteceu?

Como eu contava no meu post de abertura, meu sonho sempre foi ter um website na Rede Mundial de Computadores. E na noite de 10 de setembro de 2023 eu dei esse grande passo que foi assinar um plano de hospedagem. Só que considerando as condições financeiras àquela época (paguei no Pix) achei apropriado contratar somente por 6 meses mais como um teste pra saber se eu colocaria pra frente…

E que emoção ter meu site, do jeito que eu desejava, online para todo mundo que quisesse acessar. (A página inicial foi inteiramente desenhada e programada por mim usando meus conhecimentos em HTML)

Agradeço mil vezes à minha esposa que me apoiou em todos os momentos e nunca deixou de me apoiar, mesmo quando eu achava que seria um gasto desnecessário, ela entendia mais do que eu o que se realizava naquele momento.
E foi ela quem questionou porquê eu só contratei a hospedagem por 6 meses (principalmente depois de saber que o preço da renovação era o dobro do que foi pago em setembro) e não por pelo menos 1 ano. Eu falei da questão de teste e ela retrucou com uma lógica simples: “Você acha que é mais provável você querer continuar com o site depois de 6 meses ou não querer mais? Se essa sempre foi sua vontade?”.

Arrependido da escolha que meu eu fez nos meses anteriores, me restava aguardar o período de renovação e pagar o preço cheio.

Mas a situação financeira no mês da renovação apertou e outras prioridades tomaram conta dos limites: do cartão e dos meus pensamentos. Assim, não paguei no vencimento.

Foi quando a HostGator deu um ultimato: Ou você paga até o dia TAL, ou iremos apagar TUDO que tem no site. Se não tiver backup, babou.

E eu pensei em fazer pelo menos o backup, pra colocar o Calelo.com.br num estado de criogenia, em que pudesse revivê-lo quando as condições tecnológicas, financeiras e biopsicossociais fossem favoráveis.
Mas pensar em fazer e não fazer trazem o mesmo resultado. E hoje o Calelo.com.br vive a sua segunda temporada como se a primeira não tivesse passado de um delírio coletivo. Do site original restaram os códigos que eu fiz para página inicial e o registro no Internet Archive de que naquele dia o Calelo.com.br já existia.

Alguns textos eu fiz em um caderno durante alguns intervalos na faculdade, e esse caderno também está com os dias contados depois que a mãe-natureza fez um trabalho estupendo em deixá-lo podre. Então tenho que me apressar em tirar foto das minhas anotações antes que esses registros se percam para sempre (e antes que minha filha fique doente encostando nesse caderno). Quem sabe uma série com os Posts Perdidos tal qual os episódios perdidos de Chaves?

Sobre o tema aplicado no blog… Essa é a escolha mais difícil que tive que fazer. Por mais que compreenda alguns conceitos de HTML, ainda não tenho:

  1. Conhecimento para criar um tema WordPress do zero.
  2. Ideias de como quero que seja o design do blog.

Então escolhi um tema simples que eu senti um certa familiaridade, baseado no Windows Vista, por uma sensação que não consigo explicar, me remete ao tempo em que tinha um blog de notícias do Club Penguin. (Edição: Depois de aplicar o tema que tinha mais de 10 anos vi que ele não era responsivo, ou seja, caso você esteja lendo a partir de um celular, ficaria muito ruim navegar no blog, então apliquei esse tema padrão enquanto penso em como aplicar o tema que tinha escolhido anteriormente). Esse inclusive é um assunto para um post que estava nos rascunhos deletados do servidor, mas como não é possível deletar esse rascunho da fonte original (minha cabeça, ainda), trarei mais frente uma reflexão depois de encontrar um canal no YouTube e de conseguir baixar diretamente do servidor as imagens que eu subia no Club Penguin New News (sim, Novas Notícias) que me levaram a mais de 15 anos atrás instantaneamente.

Uma captura de tela como essa evoca muitas memórias.
Eu não sabia que já tinha feito 15 anos.
50 visitas não é pra qualquer um.

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