Não é por falta de vontade que não escrevo. E não é por falta de escrita que eu não publico aqui.
Deixo as coisas para depois. Por quê?
Novos hábitos exigem paciência e muita força de vontade.
Visão de futuro pra quem briga com o relógio todos os dias é complicado.
Estaria eu finalmente aceitando o que milênios de evolução humana já havia percebido e pregado como a receita para o sucesso da espécie?
Observamos a natureza, os ciclos do Sol, do ano e percebemos os padrões. Com isso, criamos uma rotina. Pudemos nos planejar e nos adaptar mais facilmente.
Talvez eu esteja nadando contra a corrente, e não num sentido bom. Isso é perigoso. Corro risco de me extinguir. É preciso dar um jeito, meu amigo.
A natureza precisa de uma certa recorrência no seu curso natural.
Botar uma ordem até na desordem é necessário.
Essa constatação eu percebi para escrever esse texto. Há meses que eu tenho outros textos já escritos, mas não tirei uma pequenina fração do meu dia para publicá-los.
É como se eu já tivesse feito 95% do trabalho e os 5% que faltam emperram a conclusão. E sou eu que não concluo.
Quero atribuir isso à minha falta de rotina. Vivendo instintivamente, como um bicho, priorizo outras distrações durante o tempo livre entre as obrigações obrigatórias.
Algumas outras obrigações ficam para depois ou são feitas de forma desordenada, desorganizada.
Assim não dá.
Se for para aguardar o melhor momentos para realizar as tarefas, elas não irão ser realizadas nunca, ou quase nunca.
Em tempo: eu estive pensando pensamentos sobre o que trazer para esse site. Há 2 meses que prometi o lançamento dele ao vivo pra uma sexta-feira e só hoje trago novidades. Espero que ainda seja em tempo.
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